Sobre

vieira-duqueEsta Página Web projecta-se como mote, com um conjunto de artigos pessoais sobre ARTE, CULTURA, PATRIMÓNIO E MEMÓRIA como espaço de reflexão de quem AMA!

O que pretendo, pessoalmente, é que aqui encontremos um conjunto de artigos sobre a génese e a fruição da e na Arte; um veículo de divulgação de Eventos Culturais e Artísticos; um meio de promoção responsável de Artistas, Estéticas e Movimentos e Momentos; uma Galeria para namorarmos produções e admirarmos legados. Acredito que o futuro só possa ser garantido pela continuidade. Basta de projectos sem planificação e sem a envolvência do amanhã. Trabalhar em museologia ou em cultura sem esta visão de responsabilidade com os tempos vindouros e sem articularmos o passado, o presente e o futuro, ocasionará a continuação de actos isolados e ocos de implementação comunitária.

O momento histórico que atravessamos pode conduzir a Humanidade e o Mundo que conhecemos a um caos. A matéria artística, ou produção artística, de Memória alerta-nos e relata a crueldade de que somos capazes de exercitar ou, simplesmente, de calar; e de sobreviver. Mas também o sublime de todos os tempos na história da Humanidade.

A Arte permite a comunhão entre a responsabilidade, o conhecimento e a acção. Com mecanismos da matéria sensitiva e do teor de estéticas que atraem, comprometem-nos numa global vontade de harmonia. Ou melhor, poderá impulsionar a essa realidade que ambiciono e que é urgente. A Arte não é acomodada e nem está refém de quaisquer subterfúgios, caso contrário, não será Arte! Antes, a repulsa da mesma.

A missão que ambiciono com este projecto é enorme, tenho consciência disso, mas acredito na perseverança e na paixão pela Arte. Um trabalho árduo e persistente, mas acima de tudo, responsável e atento, será o lema para o que convido, desde já, todos os interessados a dirigir as atenções e a subscrever todas as minhas publicações.

A Arte Portuguesa nas últimas décadas acentua uma modernidade e um experiencialismo numa extraordinária sensibilidade de representação do quotidiano que apaixona o Artista, numa viagem interior de análise do Mundo que devassa a realidade e que nos transmite a amplitude de sentimentos, valores e emoções numa “paleta” própria e íntima, como diálogo que definem os roteiros de cada existência: o Ser Social numa Solidão sentida e pressentida e necessária. Muitas vezes autobiográfica.

Uma fruição que promove a multiplicidade de cada um, as diferenças que constroem cenários do quotidiano e da Humanidade.

As obras em galeria, em fotografias, são cedidas por coleccionadores, instituições ou galerias devidamente identificadas na respectiva classificação de cada obra, ou apenas como Colecção Particular. Algumas poderão ainda apresentar o valor comercial e, assim, poderão ser adquiridas. Para tal, basta contactar-me pelos meios disponíveis em Contactos.

Tudo isto, exposições / artigos / objectos, assumem a democratização latente na Arte, fugindo de padrões convencionais e academismos da moda, reiterando uma Arte Experiencial.

A Arte e a sua produção é a condição mais visceral de comunicar e preservar latente o presente dos tempos, o Ser Humano e a sua História.

Ignorar essa primordial função da produção artística, tão divina e humana, será condenar as sociedades a uma cabal e irremediável não liberdade que, de tão ignóbil, deve-se repudiar, contestar e, em última análise, combater. Ignorância tão antidemocrática e fraterna do absurdo!

Hoje, na prática museológica, deve-se enaltecer os compromissos de urbanidade para com os públicos diferenciados e promover, pelo conhecimento, pela admiração, pela posse, a justiça e a paz que ambicionamos para todos. O lugar da Arte pertence à urbe do Belo. O destino da Arte à rua da Verdade!

Vieira Duque

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